O Banco Central indicou, de modo inédito, que continuará a reduzir a taxa de juros no Brasil até chegar abaixo de 10% ao ano. A ata do Copom afirma que existe "elevada probabilidade" de a Selic cair "para o patamar de um dígito". Na semana passada, o Banco Central reduziu a taxa para 10,5% ao ano.
O desabamento de três prédios na Cinelândia - que deixou quatro mortos e
22 desaparecidos, além de seis feridos mostra que erros e
negligência podem estar por trás de mais uma tragédia na cidade. No
prédio de 20 andares, que ruiu sobre outros dois, estavam sendo
realizadas, sem licença do Crea-RJ, duas obras de grande porte, no 3º e
no 9º andares. "Eram obras irregulares, com certeza", disse o presidente
da Comissão de Análise e Prevenção de Acidentes da entidade, Luiz
Antonio Cosenza. Além disso, as obras não tinham licença da Secretaria
de Urbanismo - obrigatória, conforme o Plano Diretor, quando reformas
são realizadas no entorno de bens tombados. O prédio era vizinho do
Teatro Municipal, protegido pelo Iphan. A prefeitura alega que a
exigência só se aplicaria a obras que afetem a ambiência.
Se confirmadas as mortes dos desaparecidos, a catástrofe da Cinelândia vai se equiparar à maior tragédia já provocada por desmoronamentos no Rio – o do Elevado Perimetral, em 1971. A polícia instaurou inquérito para apurar responsabilidades. Uma falha estrutural é, até agora, a principal hipótese para explicar o desmoronamento. Após vistoria no local, o especialista do Crea Antonio Eulálio Pedro afirmou que o desabamento pode ter sido causado pela subtração de uma viga ou de um pilar, pela corrosão da laje da cobertura ou por excesso de peso de entulho de obra. Relatos de sobreviventes reforçam as suspeitas. Um dos quatro operários da obra no 9º andar revelou que, pouco antes de os prédios caírem, ele subia pelo elevador com tijolos e areia. Uma empresária com escritório no 16º andar contou que estranhava quando o elevador parava no 3º pavimento: "Dava para ver que não tinha nenhuma parede nem as pilastras."
Haroldo Abrantes apresentou em 2009 a dissertação “Cordeiros da Bahia: festa e trabalho nas cordas do Carnaval de Salvador. Ensaio de Antropologia visual e urbana” e foi aprovado pelo Programa de Pós-graduação em Antropologia UFBa.
Foto: Divulgação
O Grupo Metrópole está abraçando a campanha “Amigos de Sara”, que busca um doador compatível com a medula óssea de Sara Mattos, uma jovem filha do psiquiatra e psicanalista Euvaldo Mattos, e sobrinha do jornalista e poeta Florisvaldo Mattos.
Vamos fazer parte dessa rede de solidariedade com a certeza de que um simples gesto pode salvar a vida de Sara, que luta contra o tempo e depende de um doador compatível para sobreviver.
A doação é feita no Hemba, e é realmente simples e você também pode colaborar. O doador precisa ter entre 18 e 54 anos. Não é necessário agendar, nem ficar em jejum. Para o teste, bastam 5 ml de sangue. Caso o doador seja compatível com algum paciente, futuramente, parte do líquido do osso será retirado e se recomporá em 15 dias. É tudo muito simples, e tem um significado enorme para quem depende disso para sobreviver.
A ficha do doador, com o tipo de sangue, vai para o Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (REDOME).
Em Salvador, o HEMOBA fica na Avenida Vasco da Gama, na ladeira do HGE, e atende pelos telefones 3116-5600 e 3357- 0900.
O inquérito que apura o atentado contra a Rádio FM Ubatã ainda não foi concluído e só deve ficar pronto na próxima semana. Em dezembro, dois homens renderam o segurança e atearam fogo nos estúdios da emissora. A rádio ficou 13 dias fora do ar e teve 70% dos equipamentos danificados. Segundo o delegado Figueiredo, a conclusão do inquérito depende do laudo que está sendo elaborado pelo Departamento de Policia Técnica de Jequié.



